senso de noção

Roberto Justus lançou seu primeiro CD. Músicas românticas.

Sai pela Sony BMG.

Aí as majors vão mal das pernas e a culpa é do povo que baixa música na internet.

macanudo!

Liniers é foda.

os maiores do mundo

THE MESS HALL - DEVILS ELBOW (2007)

É mais ou menos como acontece com os cangurus, ou ornitorrincos. Talvez seja o isolamento geográfico, talvez o estranhamento da nação anglo-saxã perdida entre asiáticos. Quando o assunto é rock, a Austrália é esquisita.

Sabe o lance que rola nas cidade interioranas, aquela coisa meio perdida no tempo, de juventude forjada a Deep Purple, Stones e Beatles? Então, é mais ou menos isso, só que com um país inteiro.

No caso da Cangurulândia, com cena musical alimentada a pub rock, AC/DC, Cold Chisel e Rose Tattoo, é compreensível que tudo soe filtrado no puro creme do hard rock. Há quem considere isso meio truque. Eu boto fé que os australianos realmente curtam a coisa. Olha só o Mess Hall.

São dois integrantes, Jed Kurzel e Cec Condon, guitarra e bateria. Influenciados por blues cru, discos da Fat Possum e tal. Como rola com os White Stripes, ou com os Black Keys.

A diferença é que, por mais que ali no fundo você encontre uma estruturazinha de blues, o som dos Mess Hall traz, entranhado, os códigos do hard rock. Porque é assim que é com maioria das bandas de rock australianas, o povo costuma soar desse jeito mesmo.

Mas, bom, essa é só uma enrolação pro que é realmente importante: “Devils Elbow”, o segundo disco do Mess Hall, é muito, muito, muito bom.

Gravado na total pindaíba e lançado pela independente Ivy League, o album traz dez músicas. É o suficiente. Dá pra dizer que o disco não tem uma canção ruim. E olha que os caras até batem pézinho, de leve, na piscina da new rave, em Pulse.

“Devils Elbow” traz, basicamente, um menu variado de hard-blues-rock-sacolejante-e-galopante. Parece simples, mas, na boa, pensando aqui acho que o Mess Hall chegou aonde os Black Keys tentam ir depois de “Rubber Factory“. E olha que isso é algo difícil de dizer, porque curto Black Keys pra cacete.

O mais impressionante é que esse é apenas o segundo álbum-de-verdade dos caras. E que, em relação às gravações anteriores (pela ordem, a demo “The Mess Hall”, o EP “Feeling Sideways” e o disco “Notes from a Ceiling”), o salto é grandão. Experimentam dando poucos passos, mas acertam todos.

A opinião da casa é a seguinte: com “Devils Elbow”, o Mess Hall galga, para o pessoal do grouchomarxista, o admirável panteão de Maior Banda Desconhecida do Mundo. E isso, acho, já é bastante jóia.

Mais, aqui.

classe

VÁRIOS - SHOTS IN THE DARK (HENRY MANCINI TRIBUTE) (1996)

O lance é o seguinte: pegue a coqueteleira, prepare um bom martini para você e sua pequena. Então afrouxe a gravata, diminua as luzes, aperte play e mova-se languidamente ao classudo, sacolejante som de Henry Mancini. Versão surf-o-rama.

Imagine vinte bandas, os clássicos do mestre, e um sofisticado, algo esquisito, bangalô no Hawai. Groovy, sexy, talvez perigoso, o refúgio romântico do espião jet-setter.

Agora grave a coisa toda, transforme num disco. E você tem “Shots in the Dark”.

A festa é animada. Batem cartão Tiki Tones, Insect Surfers, Man or Astroman?, Poison Ivy (dos Cramps), e mais. No cardápio, quitutes como “Touch of evil”, “A shot in the dark”, “Peter Gunn” e “Baby elephant walk”.

Altamente recomendado aos interessados em impressionar os amigos, conquistar as garotas e tomar cuba libre com algum estilo.

Mais infos, aqui.

internet killed the video star

O colossal camarada Álcio levantou essa bola, e vou fazer uma ou duas embaixadinhas antes de passar pra frente.

O Analismos Mimetistas trouxe dia desses uma análise bacana sobre a crise da indústria fonográfica. O Álcio, pra quem não sabe, é músico. Sua banda, a Sonic Volt, é bem das boas.

As sacadas de señor Fatso Volt são bem espertas. Isso porque ele vai no micro, e pensa o simples: como, afinal, isso afeta a relação entre público e bandas a partir de quem produz música? E qual o papel que resta aos conglomerados-midiáticos-do-mal nesse rolo todo?

Pois bem.

Eu não tenho banda, mas curto rock. Curto de um bom tantão mesmo. Quer dizer, sei na pele o que a gente sofria para descobrir sons novos até bem pouco tempo atrás. E me entendo com as dinâmicas sociais do compartilhamento musical.

Além disso, sou nerd.

E tenho um blog.

Então tenho direito a um pitaco nessa coisa toda.

Há um aspecto da dinâmica de compartilhamento que, na verdade, sempre esteve por aí. Não importa o que digam os arautos da super-highway-web-2.0*.

Quando era moleque, existia um circuito de compartilhamento de músicas que, embora lento no modo como acompanhava o andamento das coisas, era bastante estável. Funcionava assim: você tinha amigos que tinham amigos que gostavam de música, e sempre que alguém conseguia algo novo fazia questão de compartilhar com um camarada próximo. Você podia gravar uma fita k-7, ou podia simplesmente emprestar o álbum/cd, mas isso gerava um residual. Espalhava conhecimento.

Não foram poucas as vezes que, em casas de amigos, ouvi discos emprestados por gente que eu não conhecia. Do mesmo modo, só Deus sabe por onde andaram os álbuns que emprestei por aí.

Quer dizer, havia uma dinâmica de compartilhamento. Como hoje. O que não quer dizer que não tenham existido mudanças:

a) os circuitos de socialização digitais e suas novas relações de espaço-tempo transformaram as estruturas de compartilhamento musical, passando da progressão matemática à geométrica. Enquanto um disco emprestado alcançava um amigo, e o amigo do amigo, e o amigo do amigo do amigo, uma pasta cheia de mp3, disponibilizada em seu computador para compartilhamanto na internet, alcança vários amigos, e vários amigos dos amigos, e vários amigos dos amigos dos amigos.

b) a digitalização da música, bem como a diminuição de custos (tendendo a zero) na reprodução e aquisição de bens culturais, remanejou as linhas de ação e horizontes de lucro da indústria cultural (especialmente a musical). O modo como a música circula entre fãs é apenas uma dessas variáveis.

c) muda-se o alvo: de uma indústria voltada à produção de insumos, manufatura, divulgação e distribuição, vemos surgir uma operação voltada

    c1) ao mapeamento de mercados e delimitação de espaços para braços diversos de grupos industriais associados às corporações de mídia;

       c2) à “pesca” e cooptação de produtos culturais sedimentados (como no caso da banda do MySpace que, mesmo sem o auxílio da indústria, cria base de fãs grande e sólida, bem como espaço na imprensa cultural – tipo os Arctic Monkeys);

    c3) ao mercado de licenciamentos.

Nesse caso, a ampla circulação gratuita de bens culturais (especialmente música) entre comunidades de consumidores diversas torna-se, em tese, um dos pilares dessa nova estrutura industrial.

O novos meios de produção, distribuição e divulgação de produtos culturais oferecem, na real, um cenário de sonhos para qualquer major minimamente esperta e ágil. Pra começar, existem bandas com discos gravados, distribuídos online entre milhares de pessoas, em todo o Brasil (e olha que a Bananalândia é grande pra cacete). Hoje são muitos e muitos os músicos que contam com isso, e a custo bem baixo. Até bem pouco tempo, esse tipo de coisa tinha que ser bancada pela gravadora. Custava, e muito.

Imagine uma banda que bancou seu próprio disco/ep/single, e lançou músicas livres na web. Imagine que conseguiram, a partir de redes sociais online, espalhar a palavra sobre seu trabalho. Agora, imagine que, num mapeamento simples, a partir das bases de dado online, descobriu-se que o tal grupo faz rebuliço especialmente barulhento entre garotos e garotas das classes B, C e D, entre 16 e 21 anos, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Então uma major vai lá, faz a lição de casa e assina um contrato com os músicos.

Um braço da Corporação do Mal A, grupo indústrial que mantém a tal major, pensa em produzir um cereal matinal voltado a jovens de 16 a 21 anos, das classes B, C e D. Após breve negociação, lança uma enorme campanha publicitária utilizando músicas da banda de sua subsidiária-irmã. Por terem já desde o começo um bom mapeamento de mercado associado à ação publicitária e sua produção criativa, a operação toda custa apenas uma fração do que custaria se as frentes de ação partissem do zero.

Então, outro grupo industrial, a Corporação do Mal B, precisando alcançar esse exato público mas não tendo em quaisquer de suas subsidiárias de mídia um ato com os atributos da tal banda, acaba dando o braço a torcer e negociando com com a Corporação do Mal A o licenciamento de certas músicas para um filme/campanha publicitária.

Caso a tal banda necessária à ação de comunicação da Corporação do Mal B não constasse do catálogo de nenhuma major camarada, sem problema — existiria, ainda, a chance de rastrear produtos culturais independentes que orbitassem o grupo-alvo desejado e terceirizar o serviço, partindo para o licenciamento dessa ou aquela obra específica.

Seja como for, teria rolado algum bom dinheiro em qualquer dessas situações. E até onde saiba, é exatamente esse o sentido da existência de uma indústria. Claro, isso é capitalismo, então sempre algum setor vai perder razão de ser, e acabar chorando.

De todo modo, tudo indica que a indústria acabe se reestruturando, ainda que o tal choro apareça sempre que uma oportunidade de negócios esteja em risco. Não que chorar vá resolver muito – mas, sabe como é, pela lógica capitalista nunca se deve abrir mão de uma fonte de lucros antes de se tentar alguma saída, qualquer que seja. E esbravejar é uma delas.

Certo, eu falei e falei, mas nada de exemplos do mundo real.

À vida, então.

Conhece os Dirtbombs? Eles são uma de minhas bandas favoritas. Tocam um rock cru e sacolejante, e merecem recibo pela reinvenção de boa parte do garage rock do fim dos 90. Sem os caras dos Dirtbombs você não teria, sei lá, os White Stripes. E isso é um fato.

Os Dirtbombs sempre lançaram seus discos por gravadoras independentes. Eu mesmo descobri a banda ali por 2001, na web – estaria frito se dependesse do esquema de distribuição da In The Red ou da Sympathy for The Record Industry para ouvir seus álbuns.

Há mais ou menos dois anos, o Wal-Mart resolveu que precisava renovar sua imagem junto ao público jovem. A companhia via seu ethos atolado naquela coisa de “paraíso da dona-de-casa suburbana sem muita noção pra roupa”. E o que eles queriam, mesmo, eram os dólares dos bolsos de adolescentes e jovens adultos.

O que fez o Wal-Mart? Uma ação publicitária, claro.

A diferença é que a música de uma de suas peças publicitárias era “Trainwreck”. Um petardo deles, sim, dos Dirtbombs.

Na real, o Wal-Mart (melhor, a agência publicitária do Wal-Mart) tinha a faca e o queijo na mão. Precisavam de um artefato cultural que galvanizasse uma mensagem para seu seu público alvo, e encontraram uma banda prolífica, com esse exato perfil. Os Dirtbombs tinham discos circulando non-stop na web (é certo que fazem mais fãs pela internet do que pela venda direta de discos), ofereciam uma forte base de seguidores no exato nicho desejado pela companhia, e imprimiam rastros em comunidades online diversas, o que permitia que se calculasse seu impacto sobre este ou aquele grupo social.

O Wal-Mart tinha a “bala mágica”, o artefato teleguiado, pronto para atingir o público desejado.

Os Dirtbombs tinham nas mãos um bom negócio de licenciamento. Não é nada, não é nada, viraram atores da indústria. Não fossem os novos canais de mapeamento e difusão musical, duvido muito que algum dia entrassem no negócio dos cheques gordos.

Não que ache particularmente prazeroso ver uma de minhas bandas prediletas no comercial de uma corporação do mal. Apenas acho justo que façam um bom pé-de-meia. Afinal, a indústria cultural é isso aí: uma indústria.

Já eu, continuo ouvindo Dirtbombs. E quase não vou no Wal-Mart.

* Os arautos da super-highway-web-2.0 acreditam que a internet inventou a idéia de compartilhamento, o trabalho em rede, o Dip-Lik e a linha-burra.

tim festival

Notas breves sobre o Tim Festival/São Paulo:

- Meu ingresso era para domingo, 28/10. Esquema de festival, com Spank Rock, Hot Chip, Bjork, Juliette & the Licks, Arctic Monkeys e Killers.

- Cheguei atrasado. Ainda assim, a coisa foi longa, mas longa pra cacete. O som pifou no meio de um dos shows. Eu bebi um pouco demais. E me cansei. Aí só vi quatro coisas - Hot Chip, Bjork, Juliette & the Licks e Arctic Monkeys. Os Killers ficam para uma próxima, e aí eu vou arranjar outra desculpa e não vou ver de novo.

- Hot Chip? Bom, Hot Chip é o seguinte: são a Banda Calypso da Inglaterra. Eles têm um gosto meio esquisito por sintetizadores, fica todo mundo dançando no palco enquanto tocam, e se amarram um pouco demais num megadance. Esquemão banda de baile. Certo, uma banda para bailões cheios de jovens adultos ingleses descolados. Mas, ainda assim, banda de baile.

- Tem um lance com a Bjork que só fui sacar agora. Ela tem um mérito, e grande: conseguiu fazer a ponte entre o rock progressivo dos 70, grandioso, de arena e tal, com o pós-rock autista, cabeçudo e cheio de barulhinhos dos 80/90. Sua apresentação foi bem isso aí, um lance com a mise-en-scéne setentista e experimentalismos pós-modernos. Ninguém da platéia chegava a dançar, ou se mexer, ou a pular. Mas ficava todo mundo parado, ali, vidrado com a cantora e seus arautos com trombetas e estandartes. Como a comitiva oficial de uma nação esquisita e longe demais, a República Independente da Cabeça da Bjork.

- Juliette & the Licks. Bom, a Juliette até sacou que rock com boa presença de palco ajuda qualquer cristão. Faz sentido, ela é atriz. Mas, sabe como é, as micagens têm de ser acompanhadas pelo som. E isso nem ela, nem os Licks, parecem dominar tanto assim. Na real, quando percebi que o show era meio palha resolvi arregaçar as mangas, seguir ao bar e lutar por um cachorro-quente. Acho que se bobear foi até mais agitado.

- Os Arctic Monkeys são esforçados, e fazem um sonzinho barulhento para animar a garotada. Tocam direitinho e têm algum punch extra ao vivo, o que é sempre um mérito. Agora, na boa, por mais que a crítica descolada levante a bola da banda, eles são ainda meio crus pra segurar uma arena como a do Anhembi. Mas admito que se estivessem tocando num lugar menor, bem menor, poderiam, quam sabe, garantir uma bebedeira sacolejante.

- Os shows atrasaram que foi um absurdo. Era perto das 03:30h da matina quando resolvemos voltar pra casa. Rolava algo como um bis do Arctic Monkeys. Pelas informações do povo que ficou até o fim, os Killers só subiram no palco por volta das quatro da manhã, e a coisa toda só foi terminar umas 05:30h. E, olha só, parece que a banda-gran-finale nem é lá essas coisas. Ainda bem que vim pra casa.

todo o sentido do mundo

 

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NATHANIEL MAYER - WHY DON`T YOU GIVE IT TO ME (2006)

Nathaniel Mayer sofreu tudo o que você já sofreu um dia. E tudo o que sofrerá até o último suspiro. E também algumas coisas que você não sofreu, nem sofrerá, mas que, garanto, certamente já passaram pelo velho homem.

Em 63 Mayer emplacou um hit, “Village of Love”.

E foi só. Porque então veio limbo.

Mayer lançou alguns discos, calibrou sua receita secreta de soul incendiário, mas a coisa simplesmente não decolou. Pelo menos não pra fora das fronteiras da cidade.

Em 96, os Detroit Cobras regravaram “Village of Love”. Isso deve ter animado Mayer, e ali por 2000 ele voltou a tocar em clubes e festivais e a estraçalhar cinturas.

Daí para que Mayer se tornasse objeto de culto entre a cena de rock revivalista foi um pulo.

Em 2006, Dan Auerbach, dos Black Keys, resolveu montar uma banda para acompanhar Nathaniel, e chamou Mathew Smith, do Outrageous Cherry, Troy Gregory, dos Dirtbombs, e Dave Settler, dos Sights.

Fermentados pela voz de quem já viu demais do velho soulman, os grooves explosivos de Auerbach foram guardados numa caixinha, um disco chamado “Why don`t you give it to me”.

Blues-soul-funk-punk-psicodélico musculoso. Coeso. Na mosca.

Como se décadas de rock se comprimissem em nove músicas, em muitas camadas, e as coisas começassem a fazer todo o sentido do mundo.

Como se Nathaniel Mayer explicasse tudo.

o barulho e o caminho

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THE BLACK ANGELS - PASSOVER (2006)

Não sei se você já ouviu Warlocks. Eram uns malucos que pegavam aquela premissa de psicodelia “wall of sound”, Spacemen 3 e tal, mas filtravam tudo por levas de garageira. Como se a camada de ruídos viajandões estivesse comprimida entre uma de aspereza e outra de urgência, extra-soturna.

De todo modo, tem um lance que sempre me deixou com o pé atrás nos Warlocks. Essa tentativa de fazer a ponte entre a psicodelia/garageira dos 60 e a psicodelia/barulheira dos 90, apesar de rendondinha, ficava um pouco no meio do caminho. Pelo menos pra mim. Sabe quando um som acaba meio esgarçado em meio a muitas influências? Pois é.

E então apareceram os Black Angels.

Os caras são novos, apadrinhados pelos Black Keys. Formaram a banda em 2004. Mas o som é de uma concisão de tirar o chapéu. Tá todo mundo lá nas referências: Velvet Underground, Jason Pierce, um tanto de Dylan, um pouco de Jesus & Mary Chain. E um punhado de Warlocks. Tem mais coisa também, é só procurar.

Levadas hipnóticas, ruído, barulhinhos viajantes. E punch. Você escuta e sabe para onde os caras estão te levando. Pode até não gostar do destino. Mas uma coisa eu garanto: você não vai correr o risco de parar no meio do caminho pra ter que checar o mapa.

aviso

Então, como dito ali atrás, este blog voltou à ativa sim. Tô só esperando a faísca da inspiração botar fogo em alguma coisa. É como falei: aqui, o lance aqui agora é só filme B, teoria de conspiração e rock. Sério.

Enquanto isso, o povo do grouchomarxista tá batendo cartão num blog novo aí, o Sessão Acapulco (bem aqui). Lá, o lance é garimpo e resenha malaca dos filmes de domínio público que dão sopa na web.

E é isso aí. Servimos bem para servir sempre.

circulando, circulando

Opa.

Então, é o seguinte: este blog voltou à ativa. E o negócio agora é basicamente sobre rock, zumbis e teorias da conspiração.